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Bastardos Inglórios

19 outubro 2009

shosannaDiretores de cinema curtem glamorizar épocas do cinema. O caso mais bem sucedido me atrevo a dizer foi de Quentin Tarantino, em um filme chamado Bastardos Inglórios. Com a clássica história do nazismo, Quentin Tarantino consegue fazer de Brad Pitt um digno protagonista como Aldo Rayne, e ao mesmo tempo um digno antagonista com Christoph Waltz. A idéia era investir nos atores e dirigir falas do tipo que marcam, “And i want my scalps”. Se ignorarmos os clichês (”That’s a bingo!”[..]“‘It’s just ‘bingo’…”), fica um bom texto .

Shosanna Dreyfus, judia, presencia a morte da sua familia pelo coronel Hans Landa, na França ocupada pelos nazistas. Ela se refugia em Paris onde sob identidade falsa é dona de um cinema e, como o destino quis, onde ela planeja sua vingança ao reencontrar Landa. Ao mesmo tempo Aldo Rayne também planeja um ataque que tem como alvo o alto comando da SS no mesmo cinema. Mesmo tendo um amigo fanático por Quentin Tarantino que me obrigou a ver Kill Bill (1,2) e Planeta Terror, e uma amiga que me pediu para ver Albergue, não consegui admirar o diretor. Até agora. O que vemos em Bastardos Inglórios não é só mais um filme cheio de efeitos especiais recheados de ketchup e personagens com psique de Chuck Norris, mas sim um tapete de acontecimentos que culminam num belo, sublime plano. Claro que você percebe um quê de Kill Bill em algumas partes do filme, mas esse Quentin Tarantino eu respeito.

Um Comentário leave one →
  1. 19 outubro 2009 9:16 pm

    eu gostei bastante do filme! e Kill Bill é excelente, ainda to escolhendo qual vai ser o meu filme favorito daqui pra frente…

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